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Entre as onipresentes bolsas seventies estruturadas e as já desgastadas maxibolsas, a moda abre espaço para a pencil case, uma espécie de clutch minimalista, que economiza em detalhes e foca o tamanho – lembra uma pastinha decarteiro. Destaque de passarelas como a da Céline, ela dá continuidade ao legado das carteiras, que, nas últimas temporadas, deixaram o território sacrossanto da noite para ganhar também o dia. Mas, como evolução que é, as mudanças saltam à vista. Em primeiro lugar, no caso da pencil case, todo e qualquer frufru é desnecessário – esqueça, portanto, pedrarias e afins, tão comuns nas clutches de outrora. Os melhores modelos são feitos de couro, de preferência de tonalidades neutras, e ganham apenas um zíper, tachas discretas ou as iniciais da grife como fecho – pense, por exemplo, na Jigé Elan, da Hermès, representante-mor do estilo simple chic francês de ser. O melhor? Na falta de um exemplar de luxo, sempre um investimento alto, dá até para improvisar. Capinhas de iPad e nécessaires que cresceram na vida já foram vistos nas ruas mais descoladas do globo fazendo as vezes da pencil case sem nenhum drama.

D&G
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